Pular para o conteúdo

Saiba como lidar com as emoções sabotadoras da alimentação!

Sabia que o nosso jeito de comer pode ser resultante de reações comportamentais ao longo da vida? Afinal, como lidar com as emoções sabotadoras da alimentação?

No filme Divertidamente, a narrativa conduzida a partir do que acontece na cabeça da menina Riley, por consequência, faz com que percebamos o quanto as emoções podem impactar em nossos comportamentos diários, tal como nas refeições.

Neste artigo, em parceria com a nutricionista e redatora Renata Nogueira, você verá algumas reflexões a respeito desses sabotadores e como lidar com eles. Confira!

Tristeza

Imagem de post do Instagram da nutricionista Renata Nogueira. Sobre fundo azul escuro e base branca, está a personagem Tristeza, de Divertidamente, com feição desanimada. O texto diz: 'TRISTEZA. Terminei o namoro, preciso comer um pote de sorvete'. A imagem ilustra o artigo sobre emoções sabotadoras da alimentação, complementando o tópico que explica como a tristeza atua como gatilho para o comer emocional exagerado na busca por conforto, destacando a importância de lidar com os sentimentos e identificar a saciedade.

Por mais que haja momentos em que pareçamos a hiena Hardy (“oh céus, oh vida, oh azar”), comer descontroladamente não é a melhor solução para aliviar os problemas.

Vários motivos podem desencadear a tristeza, sendo que fazer uma autoanálise dos gatilhos que despertam essa emoção pode ajudar a lidar melhor com os sentimentos.

Acolher essa emoção para ampliar nossa bagagem de experiências pode servir como base para descobrirmos vulnerabilidades, apoiando a resiliência e a antifragilidade.

Para a nutricionista não há problema em comer algo para se sentir bem, contudo, devemos identificar o nosso ponto de saciedade e evitar exageros obviamente.

É preciso saber o momento certo de parar, escolher bem os alimentos para não comer o que vier pela frente e ter outras fontes de prazer, a fim de lidar com a tristeza.

Nojo

Imagem de post do Instagram da nutricionista Renata Nogueira. Fundo verde com base branca. À esquerda, a personagem Nojinho, de Divertidamente, com expressão de aversão e braços cruzados. À direita, o texto em destaque: 'NOJINHO. "Brócolis? Eca... eu não gosto"'. A figura ilustra a seção sobre o nojo no artigo de sabotadores da alimentação. Ela complementa o texto exemplificando como a repugnância a certos alimentos, comum desde a infância, atua como um preconceito enraizado que afeta a nutrição, reforçando a necessidade de mudar nossa percepção alimentar.

Muito comum na infância e precursor de certos complexos na vida adulta, o nojo a respeito de determinadas comidas pode influenciar a nossa composição alimentar.

É como se fosse um preconceito enraizado que vai muito além do paladar em si, mas de possíveis lembranças associadas ao tal alimento e de uma percepção precipitada.

A repugnância é uma situação adaptativa que nos ajuda a evitar possíveis perigos para o organismo, no entanto, o nosso conhecimento cultural também pode ativar o nojo.

Pensando na alimentação infantil, a nutricionista afirma que os pais devem dar o exemplo antes de qualquer coisa, pois as crianças tendem a replicar comportamentos.

Além disso, devemos mudar a nossa percepção a respeito de frutas, verduras, legumes e demais comidas, pois é possível adaptar receitas e fazer vários pratos nutritivos.

Medo

Imagem de post do Instagram da nutricionista Renata Nogueira. Fundo roxo com base branca. O personagem Medo, de Divertidamente, aparece encolhido e assustado. O texto destaca: 'MEDO. "Se eu negar essa comida, será que vão achar que sou mal educada?"'. A arte ilustra o tópico sobre o medo como sabotador alimentar no artigo. Ela complementa o texto ao exemplificar o receio social de recusar pratos para não desagradar terceiros, mostrando como essa emoção nos força a ignorar a nossa saciedade apenas para suprir expectativas alheias.

Da incerteza de ter dinheiro para reservas financeiras até o pavor de lidar com certas situações corriqueiras, o medo pode apresentar diversas facetas ao decorrer da vida.

Entre as emoções sabotadoras da alimentação, o medo pode provocar reações biológicas em nosso organismo e levar a certos traumas que perduram por anos.

Ou seja, uma criança que acaba sendo forçada a comer tudo do prato por medo de ser punida pelos pais, pode vir a ter problemas com a busca pela saciedade de comer.

Segundo a nutricionista, também crescemos com a concepção de que poderia ser uma “desfeita” não comermos alguma coisa, assumindo o medo de desagradar alguém.

Esse receio de sermos rotulados de “nojentos” pode influenciar em diversos níveis de relacionamento e, com isso, reprimirmos as nossas vontades para suprir as dos outros.

Raiva

Imagem de post do Instagram da nutricionista Renata Nogueira. Fundo vermelho com base branca. O personagem Raiva, de Divertidamente, aparece com expressão furiosa e braços tensionados. O texto diz: 'RAIVA. "Ai que saco, preciso comer um chocolate pra aliviar meu stress!"'. A arte ilustra o tópico sobre a raiva no artigo de sabotadores da alimentação. Ela complementa o texto ao exemplificar o uso da comida como recompensa para acalmar picos de estresse, destacando a necessidade de buscar outras formas de relaxar.

Como é ensinado nas técnicas de mindfulness, na raiva devemos parar, respirar e compreender o que ocorre com o nosso corpo, a fim de evitar situações piores.

A raiva é uma sabotadora perigosa, que tende a desencadear picos de estresse e ser bem nociva à saúde do coração, resultando em doenças sérias inclusive.

Dar vazão a isso é como soltar uma manada de rinocerontes pela cidade, sendo que utilizar a nossa inteligência emocional é uma das saídas para conter essa emoção.

Para Renata, costumamos comer durante a raiva como uma tentativa de se acalmar e criar uma certa “recompensa” pelo estresse passado, a fim de preencher uma lacuna.

Sendo assim, entenda que o seu estômago não tem culpa pelas reações de estresse que desenvolve, sendo interessante buscar formas de lidar com isso e relaxar de fato.

Em resumo, encare as emoções sabotadoras da alimentação como aspectos naturais do corpo, porém, lembre-se da importância de comer de forma equilibrada, realizar exercícios físicos e procurar a ajuda de profissionais de psicologia e nutrição.

Gostou do artigo e acredita que esse assunto pode fazer a diferença para alguém? Então, aproveite e compartilhe o post em suas redes sociais agora mesmo!

0 0 votes
Article Rating
Subscribe
Notify of
guest

1 Comentário
Oldest
Newest Most Voted
Inline Feedbacks
View all comments
Janaina
Janaina
1 ano atrás

Oii estava navegando em seu blog e encontrei diversos artigos interessante como este. Hugh Jackmn Altura

⋮ Menu
× Voltar
1
0
Would love your thoughts, please comment.x